Márcia, que bom vc ter visto pessoalmente esta figura. Tais momentos, inesquecíveis, passam a habitar o nosso imaginário para o resto da vida tão marcantes são. Sim, são pessoas reais, eu que não consigo vê-las assim, fico sempre em dúvida se são personagens construidos de forma inconsciente para desta forma distoarem desse nosso mundinho, dessa nossa mesmice cartesiana. Seria interessante se as pessoas começassem a trazer para cá estas figuras encantadoras.
Enquanto lia a crônica, lembrei-me que aqui nas redondezas mora uma velha corcunda. Todos os dias, exatamente à meia noite, ela passa aqui na rua e, atrás dela, uns 100 gatos. Ela conduz um enorme saco de juta nas costas, contendo em seu interior alimento para os gatos, daí a procissão dos bichos. Ah, ela anda em companhia de um cão, havendo total respeito entre este e os gatos. Dias atrás, por acaso, ao parar numa esquina para atravessar a avenida, o sinal estava aberto e ela gritou "Rodrigo, cuidado com o carro". Olhei ao redor, pois pensei tratar-se do marido dela ou de algum neto. Era um gato! Chamou-me a atenção o fato de que o felino entendeu o que a velha havia dito. "Rodrigo, cuidado com o carro!"
O seu ritual se repete todos os dias, exatamente à meia noite. Será que ela tem um despertador em casa. A qualquer horas dessas a seguirei para matar essa curiosidade. Ela é infalíviel. Não atrasa. Os gatos agradecem a pontualidade britância. Meia hora antes do horário marcado, começa a algazarra dos felinos, que acaba em grande festa com a chegada da velha de ar soturno e cabisbaixo.
Como se eu fosse parte deste estranho enredo, costumo usar o barulho dos gatos para acertar os ponteiros de um relógio que mantenho perto do forno microondas. Será mesmo que somos reais ou meras peças de uma peças de teatro, alguma coisa que transita entre o real e o transcendente, é isso que sinto quando penso naquela figura, assim meio deslocado.
Dia 4 no calendário spin
quarta-feira, 30 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de março de 2011
Abertas as inscrições para as oficinas da II Semana Digiarte: Cibercultura
Secom
A Prefeitura de Anápolis, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, informa que estão abertas as inscrições para as oficinas da II Semana Digiarte: Cibercultura. Ao todo são sete oficinas que estarão sendo realizadas ao longo de oito dias de evento.
A quantidade de vagas é limitada. Estes números obedecem aos critérios estabelecidos pelos oficineiros e coordenadores e contemplam ainda cotas para pontos de cultura e universitários, além da cota oferecida à comunidade em geral.
Mais informações no Pontão de Cultura Tenda Jovem/Secretaria de Cultura de Anápolis localizados na Praça Bom Jesus, Centro, ou pelo telefone (62) 3902-1074.
Confira a programação:
A quantidade de vagas é limitada. Estes números obedecem aos critérios estabelecidos pelos oficineiros e coordenadores e contemplam ainda cotas para pontos de cultura e universitários, além da cota oferecida à comunidade em geral.
Mais informações no Pontão de Cultura Tenda Jovem/Secretaria de Cultura de Anápolis localizados na Praça Bom Jesus, Centro, ou pelo telefone (62) 3902-1074.
Confira a programação:
Spinossauro Maranhensis. Este deveria ser o nome do maior dinossauro carnívoro do Brasil
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| Oxalaia quilombensis |
O nome do bicho é Oxalaia quilombensis. Não entendi o porque deste nome. Na verdade deveria ser spinossauro maranhensis, é este nome que vou usar,
Vendo esta imagem lembro-me que, no começo da década de 80, quando recolhi-me para começar a reconstituir o spin, colei dois pedaços de cartolina que tinha um formato de nave. Ao descolar as duas peças, ali ficou gravada uma série de desenho que, para mim, era a história da criação a nível terrestre. A Era dos Dinossauros foi representada pelo spinossauro.
Na verdade estou falando a partir de um acervo que vinha guardando há décadas e que, num momento de impaciência, por imaginar ser impossível para mim digitalizar tudo aquilo, joguei tudo no lixo.
Tá, vamos ao spinossauro.
...
O maior dinossauro carnívoro do Brasil
Por MiriamLDo UOL
Museu Nacional anuncia descoberta do maior dinossauro carnívoro do Brasil
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
No Rio de Janeiro
Ilustração mostra como deveria ser o dinossauro "Oxalaia quilombensis"; veja outras fotos
Rio de Janeiro - O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) anunciou hoje (16) a descoberta do maior dinossauro carnívoro do Brasil. Batizada deOxalaia quilombensis, a espécie faz parte do grupo de espinossaurídeos, dinossauros com crânio alongado e espinhos que formam uma espécie de vela nas costas.
Segundo a pesquisadora Elaine Machado, do Museu Nacional, a espécie foi identificada a partir de um conjunto de fósseis, com partes do maxilar e dentes do dinossauro, encontrado em 1999 na Ilha do Cajual, no Maranhão. A identificação da espécie e a divulgação da descoberta, no entanto, demoraram 12 anos.
“Ele era o réptil dominante da Ilha do Cajual. E esse é um grupo de dinossauros que desperta grande interesse não só aqui no Brasil quanto lá fora, porque tem características diferentes de outros dinossauros carnívoros. E, por ter sido uma das estrelas do filmeJurassic Park, ele chama muita atenção”, disse.
O dinossauro brasileiro também é considerado o segundo maior espinossaurídeo do mundo, ficando atrás apenas do Spinosaurus aegyptiacus, identificado em 1915, no Egito. Duas espécies de espinossaurídeos já haviam sido descobertas no Brasil, na Bacia do Araripe: Irritator challengeri e Angaturama limai. O nome Oxalaia é uma homenagem à divindade africana Oxalá e quilombensis remete ao fato de que a Ilha do Cajual já foi um quilombo, onde viveram descendentes de escravos.
Também foram anunciadas hoje, na Academia Brasileira de Ciências, mais três descobertas paleontológicas brasileiras. Entre elas está uma nova espécie de crocodiloformo (antepassado dos crocodilos) de 80 milhões de anos, chamado de Pepesuchus deisae. O crânio do réptil foi encontrado na Bacia Bauru, em São Paulo.
Outra descoberta foi o fóssil, de 7 milímetros, de um maxilar com sete dentes de um lagarto pré-histórico, ocorrida em Presidente Prudente, em São Paulo. A espécie batizada de Brasiliguana prudentis, que media de 15 a 20 centímetros, viveu entre 70 milhões e 80 milhões de anos atrás.
Também foi anunciada a descoberta de penas fósseis de dinossauros de 115 milhões de anos, na Bacia do Araripe.
Leia os comentários
http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/o-maior-dinossauro-carnivoro-do-brasil
O blog de Bethânia
Por Miguel do Rosário, em seu blog
Hoje a polêmica rolou em torno de notícia publicada na Folha de São Paulo, na coluna da Monica Bergamo.
Assim que eu li a notícia, adivinhei que vinha tsunami por aí. Entrei no Twitter e, de fato, o estrago era grande. Rouanet, Minc, Ana de Hollanda, Bethania, todo mundo no pódium das TT, sendo malhado impiedosamente à esquerda e à direita.
À direita eu via o Twitter do @teapartybr, muito ativo, aproveitando a deixa para deslanchar pesados ataques contra o governo.
A bombordo, a carnificina também era intensa, pois Ana de Hollanda é o alvo preferido da esquerda "digital".
A crítica da direita é moralista: não me interessa e não me surpreende.
O que me espanta é a manipulação da crítica à esquerda. Tudo bem protestar. O que me aborrece é pintar o caso como prova da malignidade da ministra Ana de Hollanda. Ora, ela pode ter outros defeitos, mas essa bomba não foi ela que montou.
O Minc anterior (gestão Gil/Juca Ferreira) aprovou R$ 10 milhões para o Instituto FHC digitalizar uns arquivos, o que nunca foi feito.
Aprovou R$ 3 milhões para a Globo fazer um site sobre a ditadura (!).
Agora me digam, o que é pior? Aprovar que uma produtora capte 1,3 milhão de reais para realizar 365 filmes com uma das maiores cantoras do Brasil, filmada por Andrucha Washington, diretor de Eu, Tu e Eles, ou dar 3 milhões pra Globo reescrever a história do movimento estudantil?
Quanto ao valor, pode ser que seja muito, pode ser que seja pouco. Vai depender da qualidade do negócio. Se são 365 filmes, o valor corresponde a 3,5 mil por filme. É um custo muito baixo, se você pensar no pagamento a operador de câmera, editor de vídeo, figurinista, etc.
Se cada vídeo tiver 2 minutos, teremos mais de 700 minutos de filme. É muito filme!
Outra coisa que me impressionou foi o preconceito contra a plataforma blog, inclusive dos próprios blogueiros. Ora, se os vídeos fossem para ser exibidos no Canal Brasil, uma TV paga, aí estaria tudo bem? Se fosse um longa-metragem para cinema, que exigem pagamento de ingresso, ninguém falaria nada. Todos os anos, dezenas de filmes recebem dinheiro via lei do audivisual, incluido porcarias inomináveis, mas aí está tudo em ordem.
Ora, o lance não é investir na internet? Se o ministro fosse o Juca, poderíamos falar que o governo investe em cultura digital, aberta e gratuita. Mas como a ministra é Ana - que talvez por ser tímida, insegura e sem molejo político se tornou a Geni de um segmento da militância digital -, a aprovação da Rouanet para Bethania foi convertida em mais uma injustiça da rainha má.
E forçou-se a interpretação de que o dinheiro era do Minc, que tem orçamento apertado, e não da Lei Rouanet, que pode movimentar mais de R$ 1 bilhão ao ano e cujo orçamento dificilmente estoura, por falta de interesse das empresas de patrocinar todos os projetos aprovados. Ou seja, o dinheiro da Bethânia não deve tirar o pirulito da boca de ninguém.
Claro, o problema está na própria lei Rouanet, que privatiza a política cultural do país.
A lei, porém, não pode discriminar um projeto apenas porque seu proponente é uma pessoa famosa. Até porque existem famosos ricos e famosos pobres. De tarde, o Minc divulgou nota explicando que "rejeitar proponente pelo fato de ser famoso, ou não, configuraria óbvia e insustentável discriminação".
Entretanto, a lei, que em seus primórdios era usada apenas por uma elite privilegiada conhecedora dos misteriosos meandros governamentais, hoje popularizarizou-se, simplificou-se. Pelo site do Ministério, tornou-se relativamente fácil inscrever um projeto.
A coisa toda é muito esquisita, naturalmente. Um país com graves problemas de saneamento básico e saúde pública, deveria distribuir milhões para arte? Mas esse é um dilema que vem desde os primórdios da humanidade. Quando o homem das cavernas começou a fazer seus desenhinhos na pedra, houve quem o criticasse por perder tempo com aquilo, em vez de sair para caçar mais comida para seus filhos...
Nessa polêmica toda, eu, que não gosto da Bethania recitando poesia (gosto dela só até os anos 70, cantando), defendi o projeto dela e defendi também o Ministério da Cultura, porque este não poderia dizer "não" à Maria Bethânia, até porque é uma comissão da sociedade civil que aprova os projetos (embora o ministro tenha a palavra final), e, via de regra, se o documento for bem escrito e razoável, tem quase 100% de chance de ser aprovado.
Se a comissão da Lei Rouanet aprovou a captação de R$ 9 milhões para o Cirque de Soleil que nem brasileiro é e cobra ingresso de R$ 100 a R$ 400, como poderia negar aprovação a um projeto de uma das cantoras mais respeitadas da música popular nacional, dirigido por um diretor competente como Andrucha Washignton (Eu, Tu, Eles) e com exibição gratuita e acessível a todos que possuírem internet? Deu R$ 12,5 milhões para o Arnaldo Jabor filmar menos de 120 minutos, porque não pode dar R$ 1,3 milhão para Andrucha filmar mais de 700 minutos de Bethânia recitando poesia?
Lendo o projeto, vejo que eles pretendem, de fato, usar uma plataforma de blog.
P.S - Tem gente pior que Lampião.
E já que falamos em cultura, deixo com vocês os grandes repentistas Valdir Teles e Sebastião Silva cantando histórias sobre o cangaço:
Leia os comentários
http://www.gonzum.com/2011/03/se-globo-fhc-e-jabor-podem-bethania.html
Hoje a polêmica rolou em torno de notícia publicada na Folha de São Paulo, na coluna da Monica Bergamo.
Assim que eu li a notícia, adivinhei que vinha tsunami por aí. Entrei no Twitter e, de fato, o estrago era grande. Rouanet, Minc, Ana de Hollanda, Bethania, todo mundo no pódium das TT, sendo malhado impiedosamente à esquerda e à direita.
À direita eu via o Twitter do @teapartybr, muito ativo, aproveitando a deixa para deslanchar pesados ataques contra o governo.
A bombordo, a carnificina também era intensa, pois Ana de Hollanda é o alvo preferido da esquerda "digital".
A crítica da direita é moralista: não me interessa e não me surpreende.
O que me espanta é a manipulação da crítica à esquerda. Tudo bem protestar. O que me aborrece é pintar o caso como prova da malignidade da ministra Ana de Hollanda. Ora, ela pode ter outros defeitos, mas essa bomba não foi ela que montou.
O Minc anterior (gestão Gil/Juca Ferreira) aprovou R$ 10 milhões para o Instituto FHC digitalizar uns arquivos, o que nunca foi feito.
Aprovou R$ 3 milhões para a Globo fazer um site sobre a ditadura (!).
Agora me digam, o que é pior? Aprovar que uma produtora capte 1,3 milhão de reais para realizar 365 filmes com uma das maiores cantoras do Brasil, filmada por Andrucha Washington, diretor de Eu, Tu e Eles, ou dar 3 milhões pra Globo reescrever a história do movimento estudantil?
Quanto ao valor, pode ser que seja muito, pode ser que seja pouco. Vai depender da qualidade do negócio. Se são 365 filmes, o valor corresponde a 3,5 mil por filme. É um custo muito baixo, se você pensar no pagamento a operador de câmera, editor de vídeo, figurinista, etc.
Se cada vídeo tiver 2 minutos, teremos mais de 700 minutos de filme. É muito filme!
Outra coisa que me impressionou foi o preconceito contra a plataforma blog, inclusive dos próprios blogueiros. Ora, se os vídeos fossem para ser exibidos no Canal Brasil, uma TV paga, aí estaria tudo bem? Se fosse um longa-metragem para cinema, que exigem pagamento de ingresso, ninguém falaria nada. Todos os anos, dezenas de filmes recebem dinheiro via lei do audivisual, incluido porcarias inomináveis, mas aí está tudo em ordem.
Ora, o lance não é investir na internet? Se o ministro fosse o Juca, poderíamos falar que o governo investe em cultura digital, aberta e gratuita. Mas como a ministra é Ana - que talvez por ser tímida, insegura e sem molejo político se tornou a Geni de um segmento da militância digital -, a aprovação da Rouanet para Bethania foi convertida em mais uma injustiça da rainha má.
E forçou-se a interpretação de que o dinheiro era do Minc, que tem orçamento apertado, e não da Lei Rouanet, que pode movimentar mais de R$ 1 bilhão ao ano e cujo orçamento dificilmente estoura, por falta de interesse das empresas de patrocinar todos os projetos aprovados. Ou seja, o dinheiro da Bethânia não deve tirar o pirulito da boca de ninguém.
Claro, o problema está na própria lei Rouanet, que privatiza a política cultural do país.
A lei, porém, não pode discriminar um projeto apenas porque seu proponente é uma pessoa famosa. Até porque existem famosos ricos e famosos pobres. De tarde, o Minc divulgou nota explicando que "rejeitar proponente pelo fato de ser famoso, ou não, configuraria óbvia e insustentável discriminação".
Entretanto, a lei, que em seus primórdios era usada apenas por uma elite privilegiada conhecedora dos misteriosos meandros governamentais, hoje popularizarizou-se, simplificou-se. Pelo site do Ministério, tornou-se relativamente fácil inscrever um projeto.
A coisa toda é muito esquisita, naturalmente. Um país com graves problemas de saneamento básico e saúde pública, deveria distribuir milhões para arte? Mas esse é um dilema que vem desde os primórdios da humanidade. Quando o homem das cavernas começou a fazer seus desenhinhos na pedra, houve quem o criticasse por perder tempo com aquilo, em vez de sair para caçar mais comida para seus filhos...
Nessa polêmica toda, eu, que não gosto da Bethania recitando poesia (gosto dela só até os anos 70, cantando), defendi o projeto dela e defendi também o Ministério da Cultura, porque este não poderia dizer "não" à Maria Bethânia, até porque é uma comissão da sociedade civil que aprova os projetos (embora o ministro tenha a palavra final), e, via de regra, se o documento for bem escrito e razoável, tem quase 100% de chance de ser aprovado.
Se a comissão da Lei Rouanet aprovou a captação de R$ 9 milhões para o Cirque de Soleil que nem brasileiro é e cobra ingresso de R$ 100 a R$ 400, como poderia negar aprovação a um projeto de uma das cantoras mais respeitadas da música popular nacional, dirigido por um diretor competente como Andrucha Washignton (Eu, Tu, Eles) e com exibição gratuita e acessível a todos que possuírem internet? Deu R$ 12,5 milhões para o Arnaldo Jabor filmar menos de 120 minutos, porque não pode dar R$ 1,3 milhão para Andrucha filmar mais de 700 minutos de Bethânia recitando poesia?
Lendo o projeto, vejo que eles pretendem, de fato, usar uma plataforma de blog.
P.S - Tem gente pior que Lampião.
E já que falamos em cultura, deixo com vocês os grandes repentistas Valdir Teles e Sebastião Silva cantando histórias sobre o cangaço:
Leia os comentários
http://www.gonzum.com/2011/03/se-globo-fhc-e-jabor-podem-bethania.html
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Sem o modo automático
Dr. Jorge*, não vou colocar esta obra no automático como eu havia prometido lá no rosto ou princípio ou fim.
Medo da morte.
Pensei em colocar o spin no automático para, em caso de morte do criador do spin, as publicações continuem
Não vou fazer isso
Caso o rosto não seja atualizado por um longo período é porque morri, e pronto
Somente o blog 74 ficará no automático, mas nem sei, também não, quero uma grande atenção para o Dia 74, a não ser em ano bissexto, no último dia do mês marciano
* Médico
Os spinctadores,,,....organizando o spin
Ao acessar algumas páginas do spin vi que elas foram apresentadas sem o fundo, as letras brancas, tudo virou imagem, ainda não sei se deixo-as como estão ou se mudo
Vou deixar assim, há outras possibilidades
Ou
Spin monocromático
Dr. Jorge, minha mãe acabou de me contar coisas sobre a escravidão, Coluna Prestes e tantas coisas, jamais imaginei que eu pudesse ouvir da boca dos meus pais a história viva das revoluções, há tanta coisa para ela me contar, uma panela deixada pela Coluna, que ela chama de "revoltosos"
Vc viu que na imagem acima só há uma cor, trata-se de um sinal de que estou usando o pc da casa onde estou, meus pais, não há nenhum link visitado, à medida que os visito eles vão se tornando azuis, parece-me que também os visitados por pessoas de qualquer parte do mundo
Morri com o spin amigo,,,....depois voltei
Alguém poderá se perguntar porque eu estava escrevendo neste blog naquela época da campanha de Dilma se estávamos em outubro ou urano/netuo
Ocorreu que escolhi os 5 primeiros dias ou blogs do sistema para construir mensários, um período que compreendia 73 dias, dos quais 70 era tempo de trabalho ou escrita
Rompi com este formato após a morte do meu amigo Hortêncio, aliás, em novembro eu havia voltado para o blog -0, ou seja, o SPIN e, com a postagem da notícia da morte do spin amigo, perdi a vontade de postar naquele blog vertical, por isso criei este sistema horizontal em que se volta atrás no tempo todo, todos os dias, um sistema que permite a lembrança, a recuperação da memória
Vou guardar aqui a notícia da morte do spin amigo, agora sei, ele era o spin amigo deste planeta, no momento, sem comentários ou palavras, apenas lembranças de um tempo que se foi, uma pessoa que jamais vou ver
P.S. - Depois da morte dele abandonei o sistema de mensário e voltei ao SPIN onde postei a notícia, a imagem do amigo sorrindo, como ele era, impediu-me de continuar o blog ou SPIN, retomei porque pessoas como o Félix ou Fénix reclamou por eu ter parado de escrever. Por isso voltei.
Ocorreu que escolhi os 5 primeiros dias ou blogs do sistema para construir mensários, um período que compreendia 73 dias, dos quais 70 era tempo de trabalho ou escrita
Rompi com este formato após a morte do meu amigo Hortêncio, aliás, em novembro eu havia voltado para o blog -0, ou seja, o SPIN e, com a postagem da notícia da morte do spin amigo, perdi a vontade de postar naquele blog vertical, por isso criei este sistema horizontal em que se volta atrás no tempo todo, todos os dias, um sistema que permite a lembrança, a recuperação da memória
Vou guardar aqui a notícia da morte do spin amigo, agora sei, ele era o spin amigo deste planeta, no momento, sem comentários ou palavras, apenas lembranças de um tempo que se foi, uma pessoa que jamais vou ver
P.S. - Depois da morte dele abandonei o sistema de mensário e voltei ao SPIN onde postei a notícia, a imagem do amigo sorrindo, como ele era, impediu-me de continuar o blog ou SPIN, retomei porque pessoas como o Félix ou Fénix reclamou por eu ter parado de escrever. Por isso voltei.
Agora posso apagar
Guardei aqui no spin
Agora sei
A mensagem do Hortêncio, spin amigo, humano
Agora posso retirá-la do celular, sua última frase "vou embora depois das eleições"
E foi-se.
De forma defintiva.
Agora sei
A mensagem do Hortêncio, spin amigo, humano
Agora posso retirá-la do celular, sua última frase "vou embora depois das eleições"
E foi-se.
De forma defintiva.
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